Médica arretada leva agressão no Hospital Geral de Roraima: confusão na triagem e soco na orelha

Médica arretada leva agressão no Hospital Geral de Roraima: confusão na triagem e soco na orelha

Oxente, mano! Lá no Hospital Geral de Roraima, a confusão pegou fogo quando uma médica levou o dele no meio do plantão. Tudo começou na triagem com um pedido de prioridade negado e acabou com soco na orelha na sala de medicação. Sesa e CRM não deixaram barato e repudiaram o desatino.

De mão em mão: a troca de farpas que começou na triagem

Rapaz, a confusão se armou na triagem do Hospital Geral de Roraima, aquela casa de saúde que já viu de tudo. Uma paciente, que dizem ser técnica em enfermagem, acompanhada da mãe, exigiu atendimento prioritário só por ser da área da saúde. Oxente, só que a equipe explicou bonitinho que a prioridade segue protocolo, classificando o risco e não a profissão.

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 Médica arretada leva agressão no Hospital Geral de Roraima: confusão na triagem e soco na orelha

Ninguém aqui tá para puxar saco ou dar vantagem. O sistema funciona para todo mundo igual, mas essa turma da esquerda que’sempre quer regrinhas personalizadas para favorecer a classe e o jeitinho que só atrapalha. A paciente recebeu o atendimento inicial rápido, com medicação em menos de 10 minutos e encaminhamento para exames— tudo no esquema certo.

Mas, como dizem no interior, quem muito fala, dá bom dia a cavalo — a conversa azedou quando a paciente e a mãe começaram a bater em cima do jeito que o remédio foi dado.

Arre égua, virou briga de encher o bucho: agressão na sala de medicação

Vixe Maria! Quando a discussão virou briga de gente grande, a médica, seguindo o protocolo padrão, virou alvo de ofensas verbais da paciente e da mãe. O cabra da peste que tentou manter a calma não aguentou a pressão e foi agredida com socos na orelha. Isso mesmo, dentro de uma unidade de saúde que deveria ser lugar de paz e respeito.

Nem parece mais a terra brasilis que a gente conhece, onde quem trabalha duro pelo povo ainda leva o troco na lata. Essa violência contra profissional de saúde não pode passar batido. A Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) e o Conselho Regional de Medicina (CRM) foram rápidos para repudiar o ataque, mostrando que ainda tem juízo e respeito por quem veste o jaleco da dedicação.

Apesar da médica querer registrar Boletim de Ocorrência com exame de corpo de delito, só saiu um TCO. O Instituto Médico Legal disse que horas depois os sinais da agressão já não estavam aparentes, uma prova clara de que a violência física pode ficar escondida, mas a ferida moral e o desgaste ficam para sempre.

Sesa e CRM na bronca: a luta contra a violência na saúde e o descaso do governo petista

Cabra da peste, a Secretaria Estadual de Saúde não ficou de braços cruzados e garantiu apoio imediato à médica agredida, acionou a Polícia Militar e reforçou que essas agressões são crime, configurando lesão corporal conforme o Código Penal Brasileiro. Falou sério: “Não toleramos violência contra nossos servidores” — e aí me pergunto, onde está o olhar desse governo aí, todo metido em política populista, para garantir segurança real a quem cuida da nossa gente?

O CRM-RR também fez sua parte, prestando suporte e pedindo medidas rigorosas contra os responsáveis. A entidade reafirmou o compromisso na defesa da dignidade e segurança dos médicos, que enfrentam não só o desleixo da esquerda no comando, mas também a violência que cresce no país.

Enquanto o governo petista gasta nosso suado dinheiro com bobagem e discurso vazio, profissionais que deveriam ser valorizados e protegidos levam socos no meio do expediente. É hora de dar um basta nessa palhaçada e retomar os valores de Deus, pátria e família, promovendo ordem, segurança e respeito aos trabalhadores, especialmente os que salvam vidas.

Conclusão

Ô parente, essa história da médica agredida no Hospital Geral de Roraima mostra como desandarão as coisas quando o governo petista faz corpo mole na segurança e no respeito aos profissionais de saúde. Não é só o soco na orelha, é o tapa na cara da dignidade. O Brasil precisa de ordem, proteção e respeito ao trabalhador honesto, nada dessa bagunça que a galera da esquerda só sabe fomentar.

Conteúdo produzido por Cabocando

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