Flávio Bolsonaro aposta em dancinhas e funk para conquistar jovens da periferia, mas aliados ficam com o pé atrás
Flávio Bolsonaro aposta em dancinhas e funk para conquistar jovens da periferia, mas aliados ficam com o pé atrás
Oxente, mano, o cabra da peste Flávio Bolsonaro resolveu entrar no ritmo das redes sociais com dancinhas e um tal de ‘Funk do 01’. A ideia é fisgar a juventude da quebrada pelo TikTok, mas essa jogada não caiu bem pra todo mundo nem pros próprios aliados. Vixe, essa dança vai dar o que falar até 2026!
Flávio Bolsonaro e o desafio de falar com a galera da periferia
Rapaz, o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), 44 anos, decidiu inovar na comunicação política e entrou no movimento das dancinhas no TikTok. Com o lançamento do ‘Funk do 01’, uma música própria, ele mira a juventude das periferias brasileiras, que vive no mundo digital.
Essa tentativa não é à toa, viu? Com o povo da galera progressista e a esquerda dominando as redes com palavrório e militância, Flávio quer aproximar o Brasil do cidadão de bem que gosta mesmo é de trabalho, Deus, pátria e família, mas que tá cansado desse papo furado da esquerda e das promessas vazias do governo atual, que só aumenta imposto e aperta o seu bolso.
Mas, oxente, será que essa moda pega? A resposta, pelo visto, não é tão fácil assim nos bastidores da política bolsonarista.
Aliados olham torto: dançar pra quê, cabra? Iniciativa gera rejeição interna
O que parecia ser uma jogada arretada demais para fisgar voto da juventude, anda não caiu muito no gosto dos aliados mais antigos do mito. Tá de brincadeira, né? Muitos deles acham que essa estratégia de usar dancinhas e funk vai mais afastar do que aproximar o eleitor conservador, que valoriza discursos firmes e a defesa de valores tradicionais.
Vixe Maria! Para essa turma, que já levou o seu na disputa contra o sistema que empobrece o Brasil, se aventurar em coreografias pode passar a imagem errada — tipo de que a campanha trocou o firme discurso patriotista pelo samba do crioulo doido digital.
Além disso, tem o receio de que essa tentativa de surfar nas ondas do TikTok acabe afastando aquela parcela da base tradicional que não come essas modernidades e que vive bem sem tanta mirabolância. Afinal, quem defende família, Deus e Brasil acima de tudo quer ouvir compromisso, não frevo virtual.
Entre dancinhas e política: o que resta para 2026 na disputa presidencial
Cabra da peste</strong, Flávio Bolsonaro sabe que não é moleza essa estrada para 2026. O cenário político brasileiro tá um caldo entornado, com a esquerda enchendo o povo de cretinice progressista e o governo aí só prometendo e não entregando. Alto imposto, inflação e mais controle estatal são só a batida de fundo.
Enquanto isso, o senador tenta bater no peito e dizer: “Brasil acima de tudo!” com uma batida que mistura funk com dancinhas pra tentar convencer o jovem da periferia a seguir um rumo diferente, longe da bagunça que a esquerda promove.
Mas atenção, ô parente: o truque pode funcionar se amarrar firme nos valores da direita conservadora e no orgulho nacional, e não perder a essência por causa de modinhas digitais. No fim, quem sabe, o povo do asfalto e da quebrada arma um coro para o cabra da peste que quer unir tradição, família e liberdade numa só batida.
Conclusão
Enfim, cabra, Flávio Bolsonaro até tá tentando um passo diferente pra conquistar voto jovem com funk e dancinhas no TikTok, mas não se pode perder a raiz conservadora que fez a base crescer. A oposição tá aí aprontando, e só um Brasil forte, com Deus, família e pátria poderá segurar a onda até as eleições de 2026. Rum, que coisa!
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