Flávio Dino dá um ‘leva o dele’ e trava o debate arretado nas eleições do RJ
Flávio Dino dá um ‘leva o dele’ e trava o debate arretado nas eleições do RJ
Eita, mano! O julgamento das eleições no Rio de Janeiro deu aquela travada boa depois que Flávio Dino pediu vista. A disputa ficou embolada entre quem quer que o povo decida na urna e quem prefere o cabaré dos deputados escolherem por dentro. Vixe Maria, tem lula e esquerda de olho nessa prosa, mas a coisa pegou fogo no Supremo!
O que rolou nesse bafafá no Supremo?
Oxente, a treta começou quando a galera do STF estava naquelas de decidir se a escolha do governador no Rio de Janeiro daqui pra frente seria feita pelo voto direto da população ou pelo toma lá, dá cá dos deputados estaduais da Assembleia Legislativa do Rio (ALERJ). A confusão ficou evidente, mano, porque o empate foi quente: o ministro Zanin, arretado demais, bancou a eleição pela voz do povo, enquanto o presidente Fux puxou a brasa pro lado da eleição indireta pelos deputados. E o nosso cabra Dino não quis que a decisão saísse assim no calor da hora e pediu vista, ou seja, mais tempo pra pensar.
Essa paralisação deu uma de ‘deixa eu pensar melhor’, parecendo até que tá na política como nós no roçado, esperando chover pra decidir a vida.
Por que esse embate entre voto popular e deputados é uma encrenca danada?
Rapaz, essa briga não é só questão técnica, é sobre quem manda no pedaço: se o cidadão de bem, que vai lá e vota com consciência, ou os chamados representantes marajás que às vezes gostam mais de negociar do que trabalhar pelo povo. Tá de brincadeira pensar que deixar a escolha só na mão de alguns deputados — muitos deles por vezes alinhados com a esquerda e seus interesses de querer puxar o Brasil pro abismo progressista — é coisa do tempo do PT querer controlar tudo e sufocar a democracia direta.
Defender o voto direto significa dar voz ao povo, valorizar a liberdade e manter viva a chama da democracia verdadeira, que essa turma do governo aí e os parceiros no judiciário às vezes tentam moldar conforme seus interesses.
Já a eleição indireta, embora prevista, tem sida usada como artifício pra segurar no poder gente que não é bem avaliada nas ruas. Oxente, isso é que nem querer vender água de cacimba velha pro caboclo no sol quente: não convence.
O que esperar dessa novela política até 2026?
Pois é, parente, com Flávio Dino puxando a medida para pensar melhor, o julgamento ficou no sinal vermelho. A data marcada na prosa é para 2026, ou seja, muita água vai rolar por baixo da ponte até lá. Enquanto isso, o povo vai ficar na expectativa, vendo de camarote as manobras políticas que não terminam nunca.
Esse atraso no julgamento é mais um exemplo do paradoxo que vive o Brasil: prometem democracia, mas complicam a vida do cidadão com burocracia e politicagem. E a gente no meio, só torcendo para que, dessa pantomima toda, prevaleça o direito maior de escolher quem governa, como manda o bom senso e o amor à pátria.
Deus, pátria e família, minha gente! Que esse julgamento não jogue nosso Brasil num beco sem saída, mas sim abra as porteiras para um futuro onde o cidadão consiga exercer sua liberdade e seu voto com orgulho e respeito.
Conclusão
Oxente, com esse pedido de vista de Flávio Dino, o julgamento das eleições do Rio fica pra depois, e o povo fica sem saber na hora como será escolhido seu governador. Essa confusão mostra bem como a esquerda e o sistema adoram emperrar o Brasil, enquanto a gente, cidadão de bem, só quer votar direto e limpo. Chapéu para quem defende a democracia de verdade!
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