Nunes Marques toma o leme do TSE e a turma do Bolsonaro reina na eleição
Nunes Marques toma o leme do TSE e a turma do Bolsonaro reina na eleição
Eita, mano! Nesta terça-feira, o ministro Kassio Nunes Marques levou o dele e assumiu a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com aquele jeitão arretado de quem chegou pra mandar e não pra brincar. Com a chapa toda alinhada, André Mendonça virou vice, e a Corte vai rumar firme até as eleições de 2026, bem do jeitinho dos valores da família, pátria e liberdade.
A eleição no TSE: urna eletrônica, voto pesado e resultado arretado
Rapaz, essa eleição interna lá no TSE não foi feita de rebuliço, não. Foi na maior tranquilidade, com urna eletrônica e aquele toque digital que a galera do sistema tanto gosta de usar para garantir eficiência – mesmo que a turma da esquerda bandera que esse trem vira bagunça. O nosso cabra da peste Kassio Nunes Marques abocanhou seis votos, deixando o ministro André Mendonça com um voto só, que, óbvio, ganhou o cargo de vice-presidente. Essa dupla é mais que indicação, é louvor de quem entende que o Brasil precisa de justiça eleitoral firme e leal com a democracia – e que não vai deixar a esquerda querer pular essa fogueira.
A votação seguiu certinho a ordem que o próprio tribunal estabeleceu, com dona Cármen Lúcia puxando a bacia e a festa da democracia. E olha que ela não economizou no pé de ouvido: “Que tenham sorte no trabalho sério e grave, com responsabilidade com a democracia e a cidadania brasileira”. Tá de brincadeira? Espero que tenha sido mesmo pra reforçar a importância do serviço e não só papo da cartilha globalista.
Nunes Marques e Mendonça: a boa dupla que Bolsonaro fincou na Justiça Eleitoral
Não é qualquer cabra da peste que assume um cargo desse tamanho, oxente! Kassio Nunes Marques, eleito presidente do TSE, agradeceu aos pares e deixou claro que sabe da responsa de cuidar da justiça eleitoral no Brasil, especialmente agora que as eleições de 2026 estão logo ali na curva. Ao lado dele, André Mendonça vai dar aquela força como vice-presidente, garantindo que o TSE siga firme, na reta, e não caia na armadilha daqueles que querem usar o sistema para ferrar a direita.
O fato é esse: tanto Nunes Marques quanto Mendonça são indicados pelo ex-presidente Bolsonaro, aquele que a chamada mídia tradicional e a esquerda não cansam de difamar. Oxente, é como se o Brasil começasse a recuperar seu rumo dentro da Justiça Eleitoral, protegendo os valores da família, da pátria e da liberdade, e evitando que o sistema vire palco para os jogos sujos da política progressista e populista que a galera do PT tanto adora.
O cenário político e a missão do TSE rumo a 2026: sem moleza para bagunça
Tá de brincadeira se achar que o TSE vai ficar de camarote olhando a esquerda tentar maquiar as eleições! Com Nunes Marques no leme e Mendonça no bote salva-vidas, o tribunal tem a dura tarefa de organizar o pleito, fiscalizar a urna eletrônica – que a galera do PT insiste em falar que é fraude sem mostrar a ponta do dedo –, e julgar com seriedade qualquer processo eleitoral. Afinal, a democracia brasileira não pode virar picadeiro de tramóia.
Enquanto o governo aí da esquerda volta a aumentar imposto e gastar no que não presta, essa turma do TSE segue trabalhando firme para que os cidadãos de bem possam votar numa eleição digna e no rumo da dignidade para o Brasil. Ao contrário daqueles que pregam mudança para implantar o falso progresso, aqui é Brasil acima de tudo, Deus, pátria e família que manda.
Conclusão
Ô parente, ficou bem claro que com Nunes Marques à frente do TSE a coisa vai ser na linha do respeito, firmeza e muita atenção para que as eleições de 2026 sejam de verdade, sem maracutaia nem politicagem fajuta da esquerda. É assim que o Brasil avança, com justiça eleitora patriótica, gente de bem no comando e olho vivo para proteger a democracia e a família brasileira.
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