Julgamento Arretado: Deputada e Vereador se Escafederam do Plenário Virtual e Querem o Olho no Olho

Julgamento Arretado: Deputada e Vereador se Escafederam do Plenário Virtual e Querem o Olho no Olho

Ôxente, cabra da peste! O julgamento da deputada Helena Lima e do vereador Adriano Costa, acusado de mandinga com voto em 2024, foi tirado do plenário virtual no TRE-RR depois deles pedirem pra disputar olho no olho — nada de vídeo nem mensagem gravada! Rum, que reviravolta, heim!

O Pedido de Presença: Defesa Não Quer ‘papo de gravação’, Quer Debate de Verdade

Oxente, a coisa tá quente no Tribunal Regional Eleitoral de Roraima! O juiz Fernando Pinheiro, arretado demais, teve que tirar o processo da deputada federal Helena Lima (PSD) e do vereador Adriano Costa (MDB) do plenário virtual, só porque a defesa da deputada trocou o advogado e agora quer sessão presencial.

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 Julgamento Arretado: Deputada e Vereador se Escafederam do Plenário Virtual e Querem o Olho no Olho

O pedido, datado de sexta-feira (17), foi claro no tom: o cabra que defende Helena não quer papo de vídeo gravado ou papelzinho preenchido às pressas. Quer o debate na cara, com direito à sustentação oral para jogar os argumentos no ventilador e refutar tudo em tempo real.
“A natureza da matéria e a gravidade das imputações exigem que a defesa possa expor seus argumentos de forma detalhada e dinâmica,” diz o documento. Tá certo, né? Não dá pra resolver coisa séria com gravação de Tik Tok!

Tucupi Político: A Imputação de Compra de Voto que Ferrou com o Vereador e a Esposa

Agora, sobre a acusação em si, rapaz, a coisa é das brabas. A juíza Rafaella Holanda Silveira, da 4ª Zona Eleitoral de São Luiz do Anauá, botou o dedo na ferida ao considerar a deputada Helena como suposta financiadora do “esquema compra de votos” pra reeleger o vereador Adriano Costa.

E não parou por aí. A juíza também considerou o vereador responsável porque, segundo ela, ele sabia de tudo. E, olha só, a esposa dele, Davilmar Lima Soares, foi convocada como coautora dessa farra eleitoral. Resultado: casal ficou inelegível por oito anos, vereador pagou multa de R$ 5.320,50 e perderam 195 votos que garantiram a reeleição.

Tá feia a coisa, hein? Parece aqueles filmes caboclos em que todo mundo tem um segredo escondido no mato — só que aqui é na política do nosso Roraima, e a gente não quer essa sujeira messclada com o suor do povo.

O Sistema que Não Quer Transparência e a Nossa Responsa como Cidadão de Bem

Rapaz, essa enrolação toda no TRE-RR é um retrato perfeito de como o sistema político no Brasil parece uma novela sem fim, cheia de personagens que tentam se esconder atrás de tecnicalidades e sessões virtuais pra escapar da realidade.

Enquanto isso, a galera da esquerda, que tá no governo aí, com suas promessas vazias, não faz nada pra garantir limpeza e transparência nas eleições. E ainda querem aumentar imposto e meter o bedelho na vida da gente que só quer trabalhar e criar os filhos com dignidade.

Esse episódio do adiamento por causa do pedido de sessão presencial mostra que a luta pela verdade e justiça não pode ser CCTV, nem gravação ininterrupta: tem que ter olho no olho, dedo na cara e defesa de homem pra homem (ou mulher pra mulher). Porque liberdade e democracia, isso sim, só se mantém com justiça clara e direitos respeitados.

Deus, pátria e família, meu povo! Não podemos deixar essa turma do PT e seus aliados montarem armações contra quem honra nosso Brasil. Vamos de olho aberto e pé firme nessa caminhada arretada.

Conclusão

Em resumo, ô cabra, esse trem todo de adiamento no julgamento de Helena Lima e Adriano Costa é só mais um capítulo da novela dos bastidores da política de Roraima. Enquanto esquerda empurra suas traquinagens e bagagem ideológica de sempre, o cidadão de bem tem que ficar esperto, defender os valores que dão sustento à pátria e cobrar uma democracia de verdade, sem falcatruas nem maracutaias virtuais.

Conteúdo produzido por Cabocando

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Lurdes Pinheiro é uma jornalista dedicada à produção de conteúdo informativo com linguagem acessível e forte conexão com a realidade regional. Com experiência na cobertura de temas sociais, políticos e culturais, construiu sua trajetória pautada pela credibilidade, responsabilidade e compromisso com a verdade. Ao longo de sua carreira, destacou-se pela sensibilidade na abordagem de pautas locais e pela capacidade de traduzir acontecimentos complexos em informações claras para o público. No Cabocando, contribui com matérias que valorizam a cultura, o cotidiano e as vozes do povo, levando informação com identidade e autenticidade.

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