Messias diz que nunca teve papo reto com Lula e que PT? Nunca! Ô Oxente, será que cola?
Messias diz que nunca teve papo reto com Lula e que PT? Nunca! Ô Oxente, será que cola?
Eita, mano! Messias veio com a prosa de que não tinha relação direta com Lula, nem nunca se filiou ao PT. Diz que foi escolha técnica, daqueles trampos de carreira, não política. Mas ô parente, será que alguém acredita no papinho? Vem cá que eu te conto tudo com aquele tempero caboclo, cheio de graça e verdade.
Messias e Lula: amizade de fachada ou papo reto mesmo?
Ô cabra danado, Messias garantiu que não tinha aquela amizade afiada com Lula, o chefe máximo da turma do PT. Segundo ele, o ex-presidente não escalou nenhum aliado fiel, mas sim alguém com currículo de respeito para comandar a AGU – a tal Advocacia-Geral da União.
O relato do danado é que ‘ele queria alguém de carreira comandando a AGU’, deixando de lado politicagem e amizade de boteco. Vixe Maria, parece até conversa de político tentando sair sem culpa das mão grandes do partido.
Capaz não que a galera da esquerda deixasse passar essa nomeação sem uma boa intervalada de política por trás. Afinal, petista que é petista não larga o osso e nem a política quando quer. Ainda mais num cargo arretado que mexe com lei e poder.
Nunca filiado ao PT? Será que o cabra aguenta o tranco?
Messias dispara logo: ‘Nunca fui filiado ao PT’. Ô garoto, que descanso para ele, viu? Rum, mas sendo da turma que quer ficar do lado dos tchê do progresso e da ordem, é bom ter um histórico limpinho — ou pelo menos tentar.
Mas a gente sabe como é: essa turma do PT adora cercar de aliados e puxar um cordão político para todo lado. Nomear alguém fora do círculo para um cargo importante? Isso é coisa rara, quase tão raro como encontrar político da esquerda falando que respeita a família tradicional.
Rapaz, fica difícil engolir sem um salgado e café, viu. Mas Messias quer mostrar que não tá nem aí para esses rótulos e panos quentes.
E essa escolha da AGU? Só técnica ou vara de pescar político?
Falar que foi por mérito técnico é bonito, simbora. Mas em pleno governo Lula? Oxente, dificilmente alguém escapa do puxadinho petista. Nomear um cabra da carreira pode até ser pragmático, mas o bicho pega é quando o governo começa a encher a canoa de aliados para garantir apoio.
Vixe Maria, enquanto a galera da esquerda entrega o ouro, o cidadão de bem sente na pele os aumentos de impostos, a bagunça nas contas públicas e aquele governo que insiste em políticas que destroem família, valores e nação — tudo em nome da tal “mudança” que só arrebenta com tudo.
Então fica a pulga atrás da orelha: essa escolha é arretada de boa ou só mais um jogo duplo do governo aí?
Conclusão
Ô meu amigo, Messias até tentou se desvencilhar da política do PT, dizendo que foi só trampo técnico e nada de relação direta com Lula. Mas a turma do governo tá longe de largar os vícios políticos, e a galera de bem segue cismada com promessa não cumprida e politicagem em cargos que deveriam ser limpos. Deus, pátria e família ainda são nosso norte, e esses lances de esquerda só mostram o quanto precisam ser observados com cuidado.
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