Messias rejeitado no STF: Oxente, a raposa Alcolumbre armou o bote e Lula fica de olho na jogada
Messias rejeitado no STF: Oxente, a raposa Alcolumbre armou o bote e Lula fica de olho na jogada
Eita, mano! A nomeação de Messias para o Supremo Tribunal Federal bateu na trave, graças ao cabra danado chamado Davi Alcolumbre. Sem os votos necessários, a trama esquenta e o presidente Lula ameaça entrar em cena com a reação da vez. Bora entender essa confusão que só a política brasileira sabe aprontar!
O Ximboco da rejeição: Davi Alcolumbre e o rolo do voto perdido
Oxente, parente! Quando parecia que Messias ia sentar na cadeira do STF, o cabra da peste Davi Alcolumbre, do União Brasil-AP, embolou o meio de campo. A missão era garantir os votos, mas o dito cujo não só barrou a indicação como deixou a coisa embolada pra valer.
Messias não conseguiu a quantidade suficiente na votação, e isso mostrando como a política anda mais cheia de manha do que nunca. Alcolumbre, conhecido por suas artimanhas, deu aquele chute no balde que ninguém esperava da turma da esquerda, afinal, ô chapa que não se entende!
É que a rapaziada não percebeu que na política, meu amigo, nem sempre o que parece é o que é. E o STF, que deveria ser templo da justiça e equilíbrio, virou palco de jogo de poder às claras.
Lula na moita: a reação prevista e o jogo sujo da esquerda
Rapaz, o presidente Lula, figura central da política brasileira desses tempos, ficou com cara de quem levou um fora danado. A derrota histórica da indicação Messias fez a turma do PT tremer na base.
Na próxima semana, segunda-feira dia 30 de abril de 2026, espera-se uma resposta ardida do governo. Lula, com toda sua lábia populista, pode tentar dar um jeito de driblar a rejeição – seja com pressão nos bastidores ou alguma manobra política que só eles sabem fazer.
Essa jogada fica como típico da galera da esquerda: cheio de promessas que jamais cumprem, gastos públicos estrambólicos e uma interferência estatal que só aumenta a conta do cidadão de bem. Se a indicação de Messias era para fortalecer o STF, parece que só jogaram a casa da justiça num verdadeiro xote do barulho.
O que vem pela frente? STF, política e a luta pelo Brasil acima de tudo
Depois desse barraco, fica a pergunta: e agora, ô cabra? A rejeição deixa claro que o STF está longe de ser uma casa isenta, mas sim palco de disputa política que pode definir os rumos do país até 2026.
Com o governo aí numa toada progressista que só quer bagunçar valores tradicionais, família e liberdade, é hora do povo patriota abrir o olho. Essa batalha pelo Supremo é parte dessa luta maior pelo Brasil acima de tudo, Deus, pátria e família — bandeira que todos nós cidadãos de bem precisamos carregar.
Enquanto a esquerda tenta costurar alianças suspeitas e passar borracha nas derrotas, a direita precisa se unir e fiscalizar cada passo, mantendo a integridade do poder e protegendo a constituição contra mais essa confusão.
Conclusão
Vixe Maria, a rejeição de Messias no STF mostrou que essa política brazuca é que nem feijoada: cheia de ingredientes nada bons. A raposa Alcolumbre fez a festa, Lula já tá bolando sua resposta e o povo brasileiro espera firme pelo dia em que a justiça e os valores conservadores vão prevalecer. Segura essa bronca, Brasil!
Share this content:





Publicar comentário