Zema defende trabalho infantil e Boulos cai matando: “Covardia, ô parente!”
Zema defende trabalho infantil e Boulos cai matando: “Covardia, ô parente!”
Ô parente, a política tá um zum-zum-zum arretado! O pré-candidato Romeu Zema, que já é conhecido pelo jeito diferente dele, soltou a defesa do trabalho infantil. Rapaz, isso fez o Boulos arroxar o peito e chamar a ideia de “covardia”. Vamos desvendar esse embate com o olho da rede, mostrando o que está em jogo pro povo cabra da peste.
Zema e a polêmica defesa do trabalho infantil: Rum, que coisa!
Ôxe, meu amigo, ninguém esperava que o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, fosse sair com essa: defender o trabalho infantil em pleno século 21? Capaz não! O cabra disse que permitir que a garotada ajude em casa ou no negócio da família não é crime nem maldade — é até necessário numa boa parte do Brasil caboclo, onde a realidade é outra bem diferente do mundo urbano da esquerda.
Mas a oportunidade de trabalho pra criança servir na roça ou no comércio não pode virar desculpa pra deixar de investir pesado na educação – que, diga-se de passagem, anda mais abandonada do que alferes em plena caatinga no governo petista.
Até aqui parece que Zema queria bancar o político raiz, atendendo à gente que vive na lida, mas isso mexeu com a ferida sensível de quem defende como dogma o tal do “direito da criança” segundo a cartilha moderna dos progressistas.
Boulos não perdoa: ‘Defender trabalho infantil é pura covardia’
Ô Boulos, que cabra da peste, não perdeu tempo e botou pra fora toda a sua ironia. Chamou a defesa do trabalho infantil de Zema de “covardia”, o que fez a galera de direita e os cidadãos de bem ficarem ainda mais atentos pra contradição dessa turma da esquerda – gente que exige proteger a criança, mas fecha os olhos quando é pro rolo do governo petista que não entrega escola decente nem educação básica que preste.
Enquanto o governo aí, de Lula e companhia, vive prometendo mundos e fundos com dinheiro que a galera paga de imposto, a realidade é que as famílias pobres se lascam, as escolas caem aos pedaços, e é só discurso vazio. Mas não adianta querer ostentar moralidade se anda financiando projetos que pouco ou nada ajudam o Brasil e seus valores verdadeiros.
Portanto, o Boulos tentando pintar o Zema como vilão é o mesmo ritmo do PT querer ser o santo da educação enquanto afunda o país no atraso.
O Brasil verdadeiro precisa é de trabalho, educação e família – não de populismo
Oxente, a verdade cabocla é essa: nosso Brasil só vai pra frente quando a gente valorizar o trabalho honesto, a educação de qualidade e os valores da família tradicional. Essa conversa fiada dos inimigos do progresso, que querem demonizar o trabalho infantil sem olhar pro que as famílias enfrentam nessas quebradas do interior, só serve pra camuflar o descaso com a educação e a cultura do esforço.
O pior é que enquanto a esquerda, com seu populismo de botequim, bate no peito defendendo coisa que nunca cumpriu, o Brasil real continua perdendo sua juventude pra droga, preguiça e miscigenação ideológica que só destrói o que nosso Brasil de Deus, pátria e família tem de mais sagrado.
A solução que o Zema tenta passar, mesmo com sua fala meio no fogo do palheiro, tem um fundo de verdade: butar os moleques contra a ociosidade, desde que com educação e responsabilidade, é melhor do que abandonar os ranchar das famílias a esperteza e a burocracia vermelha que só querem cortar o barato do cidadão de bem.
Conclusão
Rapaz, fica bem claro que essa história do trabalho infantil não é preto no branco e o Zema, mesmo que tenha falado no susto, quer ressaltar a importância do esforço desde cedo. Já o Boulos, montando seu teatrinho de mocinho, esquece que o verdadeiro vilão é o governo petista, que não investe direito na educação nem na proteção das famílias. Brasil acima de tudo, família acima de tudo!
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