TJRR Faz Semana de Conciliação no 2º Grau: Quando a conversa resolve, o pau que se quebre na Justiça!

TJRR Faz Semana de Conciliação no 2º Grau: Quando a conversa resolve, o pau que se quebre na Justiça!

Eita, mano! O Tribunal de Justiça de Roraima tá arretado demais organizando a 2ª Semana de Conciliação do 2º Grau, lá de 11 a 15 de maio. A ideia é velha no sertão, mas nova na Justiça: botar a conversa pra resolver as pendengas, evitar a briga no forno judicial e preservar os valores que fazem o brasileiro um cabra da peste arretado.

Conciliação no 2º Grau: um passo arretado pra acabar com o tal litígio

Vixe Maria, a conciliação ainda é mais rara que peixe no igarapé em tempos de seca na segunda instância, mas o desembargador Almiro Padilha tá botando pra quebrar no TJRR. Ele explica que esta prática, que parecia um trem bom demais pra ser verdade, já virou referência, e na primeira instância até 16% dos casos acabam na boa, na conversa mansa.

“Ô cabra da peste”, diz o desembargador, “conciliar é acabar com o fogo da briga judicial e trazer paz social”. Afinal, processo que se eterniza na Justiça dá nisso: o cidadão se lasca esperando resultado enquanto a burocracia segue firme e forte. Já na conciliação, acabou-se o rolê e a vida segue.

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 TJRR Faz Semana de Conciliação no 2º Grau: Quando a conversa resolve, o pau que se quebre na Justiça!

Mais conversa, menos confusão: Por que o Brasil ainda insiste na treta?

Oxente, parece até piada, mas a cultura de discutir e brigar nos tribunais ainda é o tempero preferido da galera da esquerda, que vive de confusão e barra-pesada, indo de encontro aos valores de Deus, pátria e família. Para o desembargador Padilha, as faculdades de direito tradicionais apenas treinavam a turma pra se estapearem em vez de pacificar as disputas.

Apesar do avanço dos jovens advogados, que já chegam com cabeça boa e aberta, a resistência ainda é grande. Eita, mano! Raramente um advogado pede por conta própria uma audiência de conciliação, mas lentamente a corda vai esticando pro lado certo.
É a esperança de ver mais cidadania de bem e menos aparelhamento ideológico na nossa Justiça!

Semana de Conciliação: diálogo que fortalece família e evita confusão desnecessária

Rapaz, não é só no direito civil que essa do diálogo dá resultado não, viu? É nas tretas de família, na briga por pensão ou no divórcio que a mediação mostra seu brilho arretado. O desembargador comentou que tem até caso em que antes da audiência a família mal se falava, e depois sai todo mundo papando junto. Isso é valor de raiz pra fortalecer a família tradicional e os laços que essa turma da esquerda tenta desconstruir.

Além disso, a conciliação evita aquela novela mexicana de anos e anos de processo, que só serve pra doer no bolso do contribuinte e alimentar a máquina pública que o governo petista só sabe aumentar, rapaz. E olha que, quando ganha o processo, não é garantia que o cidadão receba o que lhe é de direito: o adversário pode não ter um tostão furado, e aí, fica só no papel.
Por isso, a conversa arretada, com mediadores treinados, pode ser a melhor saída mesmo já na fase de recurso, segundo grau.

Conclusão

Ô parente, o TJRR tá mostrando que conversar e ouvir é o caminho arretado pra resolver pendenga sem encher o Judiciário de papel e desgaste. A turma da esquerda pode até tentar bagunçar, mas aqui é Brasil acima de tudo, e o diálogo é que vai proteger Deus, pátria e família, valorizando quem é cidadão de bem.

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Lurdes Pinheiro é uma jornalista dedicada à produção de conteúdo informativo com linguagem acessível e forte conexão com a realidade regional. Com experiência na cobertura de temas sociais, políticos e culturais, construiu sua trajetória pautada pela credibilidade, responsabilidade e compromisso com a verdade. Ao longo de sua carreira, destacou-se pela sensibilidade na abordagem de pautas locais e pela capacidade de traduzir acontecimentos complexos em informações claras para o público. No Cabocando, contribui com matérias que valorizam a cultura, o cotidiano e as vozes do povo, levando informação com identidade e autenticidade.

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