TRE de Roraima no Aperto: Partido Diz Que Eleição Extra é Danado de Impossível e Cara demais
TRE de Roraima no Aperto: Partido Diz Que Eleição Extra é Danado de Impossível e Cara demais
Oxente, essa história de eleição suplementar em Roraima tá dando mais nó que linha de anzol no rio! O partido Agir tá batendo forte no TRE, dizendo que organizar pleito extra, ainda nesse ano, é coisa de cabra que não sabe contar dinheiro nem logística. Vixe Maria, a pouca vergonha tá armada!
Por que a eleição suplementar é um sofredor no bolso e na logística
Rapaz, o partido Agir não tá pra brincadeira não, viu? Eles entraram no Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR) pedindo que a Corte faça conhecido lá pro Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o que todo mundo já sabe: eleição suplementar na mesma safra do pleito ordinário é danado de inviável.
Segundo os advogados Alex Ladislau e Cleone Meirelles, a pindaíba é grande no quesito econômico e operacional. As urnas eletrônicas, por exemplo, não são coisas que se multiplicam no quintal: precisam ficar lacradas e guardadas após o pleito ordinário, porque o mistério do lacre é sagrado. Isso quer dizer que o TRE teria que ter o dobro delas, para fazer frente ao pleito extra, o que não é moleza para os cofres públicos.
Oxente! Eles também alertam que a logística, que envolve transporte das urnas, contratação de mesários e até aquele paga-extra que o servidor merece, vai virar um caos financeiro e organizacional. Não é para qualquer um não, viu?
O pepino dos eleitores: Quem pode votar e quem vai ficar de fora
Cabra da peste</strong, é que a confusão vai além do dinheiro. Tem eleitor que vai ficar como comida de leão: sem voz nem voto nessa escolha suplementar.
O partido destaca que quem transferiu o título para outra cidade pode ter nome que nem passe de magia na hora de votar naquela seção. Fora o jovem que se registrou depois do prazo de 151 dias — esse danado não vota no pleito extra, que tá marcado para junho.
Imagine o tumulto: eleitor pulando de cidade, outro sem direitos, e os mesários correndo atrás para arrumar a bagunça. Isso é receita certa para quebrar a higidez do processo democrático, e a turma do Agir não tá nada satisfeita com essa lambança armada pela máquina política, que parece mais querer embola o povo que resolver de verdade.
E o governador interino Soldado Sampaio já chega dizendo que vai tentar o posto
Vixe Maria! Enquanto essa confusão toda acontece, o governador interino Soldado Sampaio já falou pra geral que vai se apresentar pra concorrer nessas eleições extras, sem dar uma de político safado e sem usar a máquina pública (uma promessa arretada demais para a política de hoje)! A eleição vai ser no domingo, 21 de junho, e o candidato tampão vai ficar só no cargo até 6 de janeiro de 2027.
Essa eleição é consequência da cassação do governador Edilson Damião, que, como todo mundo sabe, foi derrubado no TSE por danados de motivos técnicos, inclusive levantando dúvidas sobre a inviolabilidade das urnas eletrônicas – tema que o ministro André Mendonça destacou ao sugerir eleição indireta pelo enrosco das técnias.
Mas o que chama a atenção é que essa eleição suplementar no meio do roçado eleitoral são gastos que poderiam ser evitados, principalmente num país que vive aumento de impostos, inflação, e um governo aí com mão pesada no bolso do cidadão de bem. É ou não é pra chamar atenção, ô parente?
Conclusão
Eita, parente, essa história de eleição suplementar em Roraima é mais uma prova que essa turma da esquerda e do centrão gosta mesmo é de complicar a vida do povo, gastar o que não tem e aprontar confusão. O Agir tá certo de apontar a inviabilidade econômica e as trapalhadas logísticas. Bolsonaro que veio pra defender a família, a pátria e o bolso do cidadão de bem, não aprovaria esse descalabro. Brasil acima de tudo, cara!
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