TRE-RR e a eleição de 21/6: Tá de brincadeira, Oxente? Impraticável ou manobra política?

TRE-RR e a eleição de 21/6: Tá de brincadeira, Oxente? Impraticável ou manobra política?

Oxente, parente! Lá vem mais uma daquelas confusões eleitorais que só essa turma do sistema sabe aprontar. O partido Agir pediu pro TRE de Roraima avisar o TSE que a eleição suplementar de 21 de junho é “impraticável”. Rapaz, isso aí cheira a desse jeito: eleitor no sufoco, custo nas alturas e um arruma arruma que ninguém sabe onde vai parar.

Eleição de 21/6: Impraticável, sim, mas e a responsabilidade?

Ô parente, essa história toda deu ruim antes mesmo de começar. O partido Agir não está de brincadeira e já bateu na porta do TRE-RR falando que a eleição marcada para 21 de junho é impraticável. E não é por falta de vontade não, viu? Eles têm razão quando falam das dificuldades logísticas, financeiras e técnicas.

-- Publicidade --

 TRE-RR e a eleição de 21/6: Tá de brincadeira, Oxente? Impraticável ou manobra política?

Rapaz, tá todo mundo vendo que fazer eleição às pressas em meio a tanta confusão só vai gerar mais gasto, dor de cabeça e, claro, aquele famoso atraso no serviço pro cidadão de bem. Aí ó: no Nordeste já se diz que eleição fora de hora é como furar o cano d’água na seca – só piora o sufoco.

Enquanto isso, a turma do sistema faz os seus joguinhos políticos e deixa a população pagando a conta. Eita, que coisa pra desanimar o cabra mais arretado! O tal ‘pedido de vista’ na sessão que deveria carimbar o processo só mostra que tem gente querendo empurrar com a barriga pra ver se esquece essa confusão toda.

Quem vai pagar a conta? Logística cara, dinheiro público evaporando

Datena, segura essa recomendação: promover eleição em 21 de junho, com a logística mal-resolvida, vai custar um dinheirão que podia ser investido em saúde, educação ou segurança – valores que a esquerda insiste em jogar pela janela, só para manter sua base de marajás no poder.

Imagina só a trabalheira: transporte da urna eletrônica, contratação de pessoal, divulgação nas comunidades e tudo mais. Nossa gente merece coisa melhor do que esse absurdo. A galera da esquerda falou em povo sofrido, mas na hora de apertar o bolso e organizar a coisa direito, sumiram todos.

É claro que o Agir tá certo em falar das dificuldades financeiras e técnicas. Mas quem está realmente interessado no bem do cidadão de bem? Será que o TSE vai escutar esse pedido, ou vai fazer vista grossa para continuar esse empurra-empurra que só favorece os mesmos de sempre?

A corda sempre arrebenta pro lado do eleitor: hora de exigir responsabilidade!

Eita, quanta enrolação! No fim dessa história, quem se lasca é o eleitor. Com essa eleição ‘impraticável’, o cidadão fica sem saber se vota nas datas marcadas ou se vai ter que esperar mais, enquanto a grana pública vai pro brejo e o governo do PT fica olhando tudo de camarote, sem fazer nada além de discursar sobre ‘inclusão’ que não inclui nada além do seu próprio bolso.

O negócio é o seguinte, meu amigo: precisamos de eleições organizadas, com planejamento e respeito à família e ao dinheiro do povo. Esse caos de hoje só serve para reforçar o quanto a esquerda só sabe falar bonito para depois atrapalhar o Brasil acima de tudo, Deus acima de todos.

Oxente, já tá mais do que na hora de o TRE, o TSE e a turma do Aristides (posição política sua escolha) abrirem o olho e deixarem de fazer politicagem com a democracia do nosso Brasil. Família segura, pátria forte, e urna eletrônica funcionando – simples assim, cabra!

Conclusão

Oxente, a eleição do dia 21 de junho parece que vai virar novela sem fim. Com tanta confusão logística, custo alto e politicagem de esquerda, o povo só pode ficar de cabelo em pé. O Agir já avisou, mas a turma do sistema empurra tudo com a barriga. A hora é de cobrar responsabilidade e respeito ao cidadão de bem!

Conteúdo produzido por Cabocando

Share this content:

Lurdes Pinheiro é uma jornalista dedicada à produção de conteúdo informativo com linguagem acessível e forte conexão com a realidade regional. Com experiência na cobertura de temas sociais, políticos e culturais, construiu sua trajetória pautada pela credibilidade, responsabilidade e compromisso com a verdade. Ao longo de sua carreira, destacou-se pela sensibilidade na abordagem de pautas locais e pela capacidade de traduzir acontecimentos complexos em informações claras para o público. No Cabocando, contribui com matérias que valorizam a cultura, o cotidiano e as vozes do povo, levando informação com identidade e autenticidade.

Publicar comentário