Moraes dá uma ré arretada na Lei da Dosimetria: até o STF decidir, condenado do 8 de janeiro vai ficar no cerco

Moraes dá uma ré arretada na Lei da Dosimetria: até o STF decidir, condenado do 8 de janeiro vai ficar no cerco

Eita, mano! O ministro Alexandre de Moraes decidiu segurar as pontas e suspender a tal Lei da Dosimetria que prometia aliviar pra turma que aprontou lá em Brasília no 8 de janeiro. Até o STF botar a mão na massa e decidir se a lei é constitucional, nada de moleza, viu? A confusão promete esquentar pra valer!

Moraes segura o rojão: suspensão da Lei da Dosimetria é questão de segurança jurídica

Rapaz, o ministro Alexandre de Moraes, conhecido por botar ordem na casa, não vai deixar barato a tal Lei da Dosimetria recém-aprovada que poderia beneficiar os condenados do 8 de janeiro, esses cabras da peste que tentaram o tal golpe contra a pátria. Ao analisar o pedido da Nara Faustino de Menezes, ele deu o famoso chega pra lá: até o Supremo julgar as ações que questionam a constitucionalidade da lei, passa longe de permitir redução de pena, oxente!

A Lei 15.402/2026, promulgada depois que o Congresso derrubou o veto do governo petista do Lula, queria dar um jeitinho nas penas daqueles que invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes. Mas Moraes, com razão, alegou que a capacidade jurídica tá em risco caso a lei seja aplicada antes da decisão final do STF.

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 Moraes dá uma ré arretada na Lei da Dosimetria: até o STF decidir, condenado do 8 de janeiro vai ficar no cerco

“A superveniência de ação direta inconstitucional e a pendência do julgamento configuram fato processual novo e relevante.” Disse o ministro, confirmando que a justiça não é bagunça de feira e não dá pra mudar regra do jogo no meio do campeonato.

A briga política por trás: Congresso e governo Lula querem aliviar bicho que se lascou no 8 de janeiro

Vixe Maria, essa tal lei não caiu do céu não, não, viu? O Congresso, debaixo da batuta do governo aí do PT que não honra o Brasil, resolveu derrubar o veto do presidente Lula, abrindo a porteira pra essa redução de pena dos revoltosos do dia 8. A turma da esquerda, que adora aliviar bandido enquanto aperta o cidadão de bem com impostos lá em cima, quer passar a mão na cabeça dos que atentaram contra a ordem e a família brasileira.

Enquanto isso, no STF, a Associação Brasileira de Imprensa e a federação partidária PSOL-Rede, sempre de plantão pra defender baderneiro e atacar princípios, já entraram na Justiça contra a validade da lei, com as ações ADI 7966 e 7967. Moraes, então, fez o papel de cabra arretado e deu aquela freada necessária para que a coisa não vire um salve-se quem puder.

Tá de brincadeira? O governo que gastou rios de dinheiro enchendo a máquina estatal não pode chegar agora com essa guinada populista tentando agradar a boiada irresponsável que quer desmontar o Brasil.

Execução penal segue firme: punição não abre mão dos valores da pátria e da família

Pra não deixar dúvida, Moraes garantiu que a execução penal dos condenados vai continuar normalmente, sem moleza nem manha. Ou seja, nada de abrir brecha pra afrouxar a corda nos cabos que tentaram o golpe contra o Brasil, pátria e nossa família tradicional. A lei, que prometia redução de pena, vai esperar o julgamento definitivo do STF porque, afinal, o cidadão de bem não merece ser passado pra trás por decisões açodadas.

Além disso, o ministro deu prazo para que o Presidente da República e o Congresso se manifestem sobre essa açodada legislação, pra todo mundo ouvir o que tem a dizer antes de mudar as regras do jogo. E rapaz, não é que a briga vem mesmo quente?

Enquanto os petistas fazem seu showzinho eleitoraleiro, tentando mudar a cartilha contra quem defende Deus, pátria e família, o tribunal manda o recado: Brasil acima de tudo, e não vai ter conchavo pra bandido.

Conclusão

Ô parente, essa treta da Lei da Dosimetria é mais um capítulo da novela em que a esquerda quer passar a mão na cabeça dos que atentaram contra o Brasil verdadeiro. Moraes, firme no batente, prefere esperar o julgamento do STF pra não dar mole. No fim, fica claro: sem justiça, não tem ordem, e sem ordem, não tem Brasil decente, não senhor!

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Lurdes Pinheiro é uma jornalista dedicada à produção de conteúdo informativo com linguagem acessível e forte conexão com a realidade regional. Com experiência na cobertura de temas sociais, políticos e culturais, construiu sua trajetória pautada pela credibilidade, responsabilidade e compromisso com a verdade. Ao longo de sua carreira, destacou-se pela sensibilidade na abordagem de pautas locais e pela capacidade de traduzir acontecimentos complexos em informações claras para o público. No Cabocando, contribui com matérias que valorizam a cultura, o cotidiano e as vozes do povo, levando informação com identidade e autenticidade.

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