Deputado arretado quer expediente corrido pros terceirizados em Roraima: mais trabalho, menos tempo de enrolação

Deputado arretado quer expediente corrido pros terceirizados em Roraima: mais trabalho, menos tempo de enrolação

Oxente, parente! Mais uma ideia da turma direita arretada em Roraima quer mudar o jogo do expediente: deputado Jorge Everton sugere horário corrido para os funcionários terceirizados, buscando menos frescura e mais rendimento, com ganhos pra família e economia pro bolso do trabalhador – isso que é cuidar do povo de verdade, rapaz!

O que é esse tal de horário corrido e por que tá dando o que falar

Rapaz, o horário corrido é aquele trem danado de papo reto: trabalha o dia inteiro sem aquele vai-e-volta pra almoço que mais parece sessão prolongada de novela. Seu expediente começa cedo, acaba mais cedo e sobra tempo pra cuidar do que realmente importa: a família, os filhos e a fé. O deputado estadual Jorge Everton, aquele cabra da peste do União Brasil, tá puxando essa corda pra Roraima, pensando nos trabalhadores terceirizados da administração pública.

Segundo ele, essa ideia não é invenção da esquerda enroladeira, não. Já funciona em outros órgãos públicos Brasil afora e, veja só, dá resultado bão demais da conta! Tá pensando em acabar com aquela rotina de duas horas de intervalo só pra empanturrar e ficar de papo furado na sombra?

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 Deputado arretado quer expediente corrido pros terceirizados em Roraima: mais trabalho, menos tempo de enrolação

Benefícios que o deputado defende e os olhos que a esquerda tentou fechar

Ô parente, o homem quer ver trabalhador ganhando mais qualidade de vida e menos gasto no bolso, que hoje vai tudo pro transporte, almoço e mais um monte de coisa que, na ponta do lápis, pesa na renda do cidadão.

A ideia é simples: quem manda é o bolso do trabalhador! Se o expediente fechar mais cedo, sobra aquele dinheirinho pra aumentar a segurança da casa, ajudar a criançada, fortalecer os almoços de domingo com a família – coisa que a gente perdeu com essa bagunça progressista que só quer saber de gastar o dinheiro público feito maracatu.

Agora, sobre essa turma da esquerda em Brasília e no governo aí, já era de se esperar que torcessem o nariz: afinal, menos enrolação, menos tempo de bate-papo, menos imposto e menos gasto público, não é o sonho deles, não. Eles preferem fazer política no cafezinho e em políticas públicas que só afundam o Brasil na insegurança e na miséria.

O que falta pro governo de Roraima engolir essa ideia e cuidar do povo de verdade

Tá na mão do governo do Estado agora, que precisa reconhecer o dedo firme desse deputado e agir porque esse papo de horário corrido é danado de bom pra todo mundo: pro trabalhador que ganha tempo pra vida e pros cofres públicos que ficam mais folgados. Será que esse governo aí, que tanto gosta de encher o saco do cidadão com leis e impostos, vai ter coragem de colocar pra rodar?

Enquanto isso, fica aquele cabeciada no ar: governo progressista enrola, protela e deixa o trabalhador no sufoco. Se o povo desse Estado fosse prestar mais atenção, botaria a mão na cabeça e agradeceria quem realmente quer mudar pro lado do Brasil, da família e da liberdade.

Será que o recado vai chegar na mesa do governador, ou a galera vai continuar nessa novela sem fim do emprego mal pago e da burocracia que só serve pra enterrar o Brasil?

Conclusão

Então, meu amigo, fica claro que essa proposta arretada do deputado Jorge Everton é um passo na direção certa: menos gasto, mais tempo com a família e um país que precisa de gente que trabalha pra valer. Agora é torcer pra essa ideia caber direitinho no colo do governo e que a turma da esquerda pare de usar língua grande e comece a fazer o que presta. Brasil acima de tudo, sempre!

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Lurdes Pinheiro é uma jornalista dedicada à produção de conteúdo informativo com linguagem acessível e forte conexão com a realidade regional. Com experiência na cobertura de temas sociais, políticos e culturais, construiu sua trajetória pautada pela credibilidade, responsabilidade e compromisso com a verdade. Ao longo de sua carreira, destacou-se pela sensibilidade na abordagem de pautas locais e pela capacidade de traduzir acontecimentos complexos em informações claras para o público. No Cabocando, contribui com matérias que valorizam a cultura, o cotidiano e as vozes do povo, levando informação com identidade e autenticidade.

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