Republicanos bota banca e pede STF parar eleição ‘tampão’ em Roraima; Dino pega relatoria e já promete confusão
Republicanos bota banca e pede STF parar eleição ‘tampão’ em Roraima; Dino pega relatoria e já promete confusão
Oxente, parente! No meio desse trem todo de eleição suplementar pra governador e vice em Roraima, o partido Republicanos resolveu acionar o tal Supremo Tribunal Federal, pedindo pra segurar a eleição até ajeitar uns prazos que, segundo eles, foram atropelados pelo TRE local. Não é pouca coisa não, e o cabra sorteado pra cuidar do processo é o ministro Flávio Dino, figura conhecida, eita!
O trem da eleição suplementar: confusão desde o apito do juiz
Rapaz, essa eleição suplementar em Roraima tá parecendo enredo de novela de terça-feira, viu! O Republicanos não gostou nadinha da resolução aprovada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RR), que flexibilizou os prazos de desincompatibilização para candidatos deixarem seus cargos públicos antes da disputa. Enquanto a lei manda sair de quatro a seis meses antes, o TRE liberou a deixa em até 24 horas. Rum, que coisa!
O partido alega que a decisão atropelou não só a lei 64/1990, como também vários entendimentos firmados pelo próprio STF. Não é para menos: a regra do jogo é clara e não pode virar bagunça de político querendo tirar vantagem.
Com a eleição marcada para 21 de junho, o risco de que candidatos saiam do serviço público e fiquem no vácuo, ou seja: desistam ou sejam impedidos de disputar, é real. Isso mexe com toda a logística e, claro, com o dinheiro do povo – danado de bom economizar o contribuinte, né não?
Flávio Dino no comando: juiz, relator ou personagem da política?
Oxente, agora segura essa! O relator da reclamação do Republicanos é ninguém menos que o ministro Flávio Dino, ex-chefe do governo Maranhão e figura carimbada na esquerda. Se já tinha controvérsia, agora essa virou pincelada de artista na tela política.
É sabido que Dino não é exatamente isento quando o assunto é foco nas regras eleitorais que prejudicam a turma da esquerda. Daí que o Republicanos tá cantando de galo, pedindo ao STF que mande cassar a decisão do TRE e faça o tribunal refazer a resolução, respeitando os prazos legais de desincompatibilização e evitando que a eleição vire piada de mau gosto.
Para ajudar no circo, tem a disputa do ex-prefeito Arthur Henrique do PL e a professora Antônia Pedrosa do PT, ambos que possam ser barrados na corrida por causa dessa pendenga jurídica. O PL até tentou dar uma esticadinha para acompanhar a ação e derrubar o pedido, dizendo que “o TRE só adaptou os prazos à realidade do pleito”, mas parente, dado é dado!
Brasil acima de tudo: eleições limpas e respeito à lei, sempre!
Num país onde a esquerda gosta de brincar de mudar regra no meio do jogo e montar cenário pra sair ganhando, é um alento ver um partido conservador levantar a voz pra defender o que é certo — lei, ordem e respeito às instituições.
Essa confusão em Roraima é o retrato de um Brasil que não pode se curvar ao jeitinho e à politicagem rasteira do governo petista que só aumenta imposto e enche a barriga do estado com nomeações duvidosas. A eleição suplementar de governador e vice não é bagunça de novela — é coisa séria que afeta a vida do cidadão de bem que valoriza família, pátria e liberdade.
Enquanto isso, enquanto o STF decide se engole ou expulsa essa reclamação, a gente fica de olho, porque nessa bunda de mexer com eleição, o caboclo que gosta do Brasil decente e justo não pode cochilar.
Conclusão
Vixe Maria, esse caso em Roraima mostra bem como o Brasil tá precisando de gente honesta e patriota pra colocar ordem na casa. O Republicanos chegou com a faca no STF para que eleição seja feita no regulamento, respeitando a lei e sem manobras de última hora. Que Deus, pátria e família continuem guiando a luta pelo Brasil que a gente merece, sem jeitinho nem bagunça.
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