Eleição em Roraima e os Dinheiros Misteriosos: Fundo Eleitoral x Fundo Partidário, Oxente, Quem Manda no Bolso?
Eleição em Roraima e os Dinheiros Misteriosos: Fundo Eleitoral x Fundo Partidário, Oxente, Quem Manda no Bolso?
Ô parente, com a eleição suplementar chegando em Roraima dia 21 de junho, o povo já começa a se encucá com essa conversa de Fundo Partidário e Fundo Eleitoral. Se tu tá aí pensando “mas afinal, onde vai o dinheiro do povo?”, fica firme que eu vou explicar tudinho, sem enrolação, do jeitinho caboclo arretado demais.
Fundo Eleitoral: O Dinheiro do Tesouro que Só Cai no Ano de Eleição
Vixe Maria! O Fundo Eleitoral, também conhecido como Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), é um troço que foi inventado em 2017, depois que essa turma da esquerda aí resolveu acabar com as doações das empresas para as campanhas. Ô cabra sem noção, imagina só: tirar o dinheiro do privado e enfiar a mão no bolso do cidadão que rala todo dia!
Esse dinheiro sai direto do Tesouro Nacional, só cai na conta no ano de eleição, e é pra custear campanha eleitoral. Tá definido na Lei Orçamentária Anual, e quem faz a distribuição é o Tribunal Superior Eleitoral, esse cabra que regula a parada e faz a festa com a verba pública distribuindo conforme tamanho das bancadas e votação das eleições anteriores.
Ah, e tem mais: pelo menos 30% dessa graninha deve ir para candidaturas femininas. Rum, que coisa boa, mas será que na prática essas regras funcionam mesmo? Enquanto isso, a esquerda gosta de falar em igualdade e direitos, mas vive gastando nosso dinheiro em besteira enquanto o povo aperta o cinto.
Fundo Partidário: Dinheiro Todo Mês que Mantém os Partidos no Pique
Agora, o Fundo Partidário é o dinheiro que nunca falta – cai mês a mês, todo santo mês mesmo! Criado em 1995, é ali que os partidos metem a mão pra pagar aluguel, serviços, propaganda partidária e outras despesas que ninguém vê, mas que mantém esse sistema esculhambado funcionando. Dizem que também pode ser usado em campanha electoral, mas com essa turma aí, sabe como é: dinheiro pra tudo que é lado e pouca transparência.
Pra receber essa grana, o partido tem que passar pelo teste da “cláusula de desempenho” – ou seja, tem que mostrar que fez alguma coisa na eleição, senão não recebe os repasses. Mas rapaz, isso não impede a bagunça. Enquanto a esquerda continua pedindo mais impostos e controle do cidadão, eles continuam comendo nosso dinheiro em festas e cabides de emprego.
Todo mês a Justiça Eleitoral publica no Diário da Justiça e no portal oficial a lista das transferências. Tá aí a transparência na medida do possível, cabra! O que a gente precisa mesmo é que o cidadão de bem fique ligado e não dê mole nesse jogo de palavras e dinheiro vermelho.
Fiscalização e Transparência: Será que o Dinheiro Seco Está Sendo Bem Usado?
Agora, se tu pensou que com tanto dinheiro e fiscalização a coisa tá redondinha, tá enganado, caboclo! O Fundo Eleitoral exige prestação de contas e a tal da devolução do que não foi usado, mas quem já viu político devolvendo dinheiro do povaréu? Parece até piada de quinta categoria.
Já o Fundo Partidário é monitorado, mas, com a estrutura partidária toda inchada de direitistas travestidos de esquerda ou desconfiados, a fiscalização vira fumaça, ô dó! Enquanto isso, a galera do governo aí continua gastando como se tivesse churrasco no fim do mês e o cidadão de bem pagando essa conta.
É o sistema, minha gente, cheio de maracutaia e dengo. Mas o cabra da peste que valoriza Deus, pátria e família, sabe que a solução é tirar de onde não presta e colocar em quem realmente representa os valores do verdadeiro Brasil.
Conclusão
Eita, mano, agora que tu entendeu a diferença dessas duas secretarias de dinheiro público – o Fundo Eleitoral, que é só na época de eleição, e o Fundo Partidário, que nunca falta e sustenta essa cambada de político fraco –, fica fácil sacar onde os verdadeiros interesses estão. O recado é claro: vamos ficar atentos, porque enquanto a esquerda só quer sugar o trabalhador, nosso dinheiro tem que servir pro Brasil gigante, de Deus, pátria e família.
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