Denarium solta o verbo: Medidas do Soldado Sampaio vão afundar emprego e botar Roraima no aperreio
Denarium solta o verbo: Medidas do Soldado Sampaio vão afundar emprego e botar Roraima no aperreio
Eita, viu? O ex-governador Antonio Denarium não poupou palavras na crítica às primeiras atitudes do Soldado Sampaio, que, segundo ele, podem derrubar o comércio, a indústria e, de quebra, a geração de empregos em Roraima. Rapaz, se não tomarem cuidado, o Estado vai voltar ao passado escuro que a gente queria esquecer com Deus, família e pátria em alta.
Ôxente, excesso de gasto e preocupação com futuro do emprego
Antonio Denarium chegou chegando nessa bacia de lobos que virou o Governo atual. Em entrevista exclusiva ao Bom Dia 100.3, esse cabra da peste deixou claro que as primeiras medidas do Soldado Sampaio, especialmente a promoção de quase 1.800 servidores e a quitação de progressões salariais atrasadas, podem jogar Roraima numa enrascada danada. “Quando deixei o Governo, o gasto com pessoal estava em 44,8% do orçamento — um dos menores da história”, avisou Denarium, arretado demais para deixar barato. O cabra é firme: ultrapassar os 49% é cano furado! “A partir daí, meu amigo, não se pode contratar nem convocar mais ninguém, porque se não, é improbidade administrativa na certa”, sentenciou.
Enquanto isso, o governador interino parece que tá gastando feito angu sem mexerico, deixando a despesa pública crescer logo de cara. Rapaz, se o Estado continuar nessa toada, a receita do comércio e da indústria vai pro buraco, derrubando emprego e prosperidade. Roraima corre risco de voltar àquela época que ninguém quer nem lembrar — deixou saudade não, ô parente.
Helicóptero, cirurgia e a promessa voadora que não cola
Vixe Maria! Denarium não deixou barato quando o Soldado Sampaio saiu correndo para zerar a fila das cirurgias eletivas no Hospital Geral de Roraima. “Oxente, se o centro cirúrgico do HGR lotar de eletivas, vai faltar espaço pras cirurgias emergenciais, e aí quem sofre é o cidadão de bem que realmente precisa”, alertou o ex-governador. E aquela história do helicóptero comprado lá atrás por R$ 25 milhões? Denarium botou na roda que a máquina sempre serviu a emergências da saúde e bombeiros, não só para passeio do governador — ô cabra faceiro que tenta mudar a conversa! Eita política de faz de conta, viu.
Tem mais: o ex-governador relembrou que, quando deixou o governo, Roraima tinha um orçamento arretado de mais de R$ 9 bilhões, quase o triplo do que encontrou lá em 2018, e que a gestão do Soldado Sampaio como presidente da Assembleia Legislativa é cheia de pedidos de complementação orçamentária, um sinal de que o dinheiro tá curto e as contas não fecham como deveriam.
Denarium contra-ataca: corrupção, processos e promessa pro 2026
Rapaz, a gente não pode esquecer que o ex-governador enfrentou uma tempestade arretada de processos — cassação no TSE, impeachment, CPI das Terras — tudo isso que a “turma do PT” e seus asseclas usaram pra desconstruir a imagem do homem que tinha aprovação quase geral em Roraima. “Esses ataques afastaram investidores e prejudicaram o desenvolvimento do Estado”, lamentou Denarium.
Sobre as eleições de 2026, o mito não descartou a possibilidade de entrar na briga pelo Senado, mas ficou de anunciar ainda hoje ao Bom Dia 100.3 em quem vai apertar o dedo nas urnas na eleição suplementar. Ele fez questão de elogiar o ex-prefeito Arthur Henrique — “arretado demais, mó cidadão de bem” — e criticou o Soldado Sampaio por não corresponder ao que o povo precisa.
Enquanto a esquerda fica com seus discursos bonitinhos e estelionatos eleitorais, a direita arretada segue firme na defesa de Deus, família e pátria, pra que o Brasil siga gigante, forte e livre, cabra!
Conclusão
Rapaz, ó nóis aí! Antonio Denarium deixou claro que o governo atual tá jogando Roraima num buraco com gastos irresponsáveis e medidas que podem derrubar emprego e esperança do povo trabalhador. O cabra da peste alerta pra não repetir erros do passado e chama todo cidadão de bem pra ficar de olho aberto e exigir gestão que honre Deus, família e pátria. Rum, que coisa!
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