Mais de 120 cabras da peste recebem capacitação arretada para feira de agronegócio em Normandia

Mais de 120 cabras da peste recebem capacitação arretada para feira de agronegócio em Normandia

Oxente, mano! Em Normandia, mais de 120 cabras da peste, incluindo os irmãos das comunidades indígenas, deram um passo danado de bom rumo ao desenvolvimento. Com oficinas sobre vendas e atendimento, a feira de agronegócio virou escola para quem quer fazer o pé de meia com o suor do braço e o talento da roça.

Feira de Agronegócio vira palco de aprendizado que o governo aí esqueceu

Rapaz, Normandia não tá pra brincadeira não! Aí tem feira de agronegócio, sim senhor, mas coisa boa mesmo foi a capacitação que arregimentou mais de 120 participantes, caboclos arretados que tão querendo revirar essa economia local. A turma veio da sede do município e das quebradas como Camará, Nova Geração e Xumina, incluindo os indígenas que sempre foram deixados de lado por esses esquemas de esquerda.

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 Mais de 120 cabras da peste recebem capacitação arretada para feira de agronegócio em Normandia

Obs: enquanto essa galera do governo petista gasta uma fortuna em bobagem e discursinho cheio de mimimi, aqui o empreendedor levanta a poeira com coisa prática. O negócio é ensinar a vender direito, conversar com o freguês e organizar a lona do negócio pra atrair mais comprador!

Capacitação na prática: mais que teoria, é ferramenta pra cabra da roça crescer

Não é só conversa fiada não, viu? Os cursos abordaram tudo que o cabra precisa no dia de batalha: abordagem ao cliente, organização do ponto de venda e estratégias pra aumentar as vendas. Oxente, que nada melhor do que planejar pra botar comida na mesa e dar sustento à família, não aquele papo furado que a esquerda gosta de repetir.

O mais arretado é que o próprio povo indicou os temas! Né coisa da política de sempre com suas imposições de cima pra baixo – aqui foi diferente, foi escuta mesmo, qual o calo que tá incomodando. Resultado? Artesãos de várias comunidades entenderam o que faltava pra melhorar e tão retomando seu comércio com ânimo e fé. Isso é Brasil acima de tudo, meu irmão!

O caminho da retomada é longo, mas a vontade é de quem veste a camisa do agro e da pátria

Agora segure essa marimba: parte dessa gente nunca tinha tido acesso a orientações estruturadas sobre vendas e atendimento. Ô parente, trabalhou na intuição mesmo, e olha o prejuízo. Mas o gás já apareceu, e gente que tava parada voltou com vontade de botar pra quebrar. É assim que se constrói a economia verdadeira, longe das esmolas e do assistencialismo que a galera da esquerda insiste em empurrar goela abaixo.

O desafio que fica? Melhorar as embalagens, coisa simples que faz toda a diferença pra vender além da feira do bairro. E que a Prefeitura mantenha o compromisso e amplie essa ação pelas comunidades, porque só com presença firme nas quebradas o crescimento vai acontecer de verdade. O Brasil patriota agradece.

Conclusão

Vixe Maria, aí sim a coisa começou a andar! Essa capacitação em Normandia mostrou que com formação séria, escuta do povo e trabalho no batente o agro roraimense vai longe. Que essa iniciativa siga firme, fortalecendo nossos caboclos, indígenas e empreendedores, valorizando família, pátria e trabalho honesto. E fora essa turma que vive de discurso vazio, né, ô parente?

Conteúdo produzido por Cabocando

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Jornalista investigativo com mais de 25 anos de experiência Especialista em política institucional e gestão pública Perfil analítico, técnico e direto Reconhecido pela apuração minuciosa e credibilidade 📚 Mini Biografia Profissional Eduardo Monteiro Bastos é jornalista com sólida trajetória na cobertura política e administrativa. Ao longo de mais de duas décadas, acompanhou processos eleitorais, investigações institucionais e decisões estratégicas que moldaram o cenário regional e nacional. Seu trabalho é pautado pela independência, análise profunda e responsabilidade com a informação.

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