Gleisi solta os cachorros: conselheiro do Trump é o tal “misógino arrogante” que botou brasileiras na roda
Gleisi solta os cachorros: conselheiro do Trump é o tal “misógino arrogante” que botou brasileiras na roda
Oxente, cabra da peste! A última treta internacional veio da boca de um conselheiro de Trump, que resolveu meter o dedo na ferida das brasileiras com palavras de dar nó em pingo d’água. Gleisi Hoffmann, arretada e destemida, não deixou barato e tratou de chamar o sujeito de “misógino arrogante da extrema direita”. Vixe Maria, a baixaria é real e mistura política, preconceito e aquele empurrãozinho da esquerda que todo mundo já conhece.
O que o conselheiro disse: foi dedo na ferida ou só falta de tino?
Rapaz, a treta começou quando o tal conselheiro de Trump resolveu abrir o verbo numa emissora italiana e soltou umas pérolas arretadas, mas do pior lado. Chamou as brasileiras de “putas” e “raça maldita” – coisa que nem a mais frouxa política de esquerda ousaria embora adorassem atirar pedra aqui dentro do Brasil.
Ô parente, dizer uma barbaridade dessas contra nossas mulheres não é só falta de respeito, é ataque direto aos valores que seguram o país. O sujeito mostrou que, além de metido a sabichão da extrema direita gringa, é um verdadeiro misógino. Mas a esquerda, segura no dedo em riste, não perdeu tempo e já empurrou o caso pra sua cartilha de vítimas.
Gleisi Hoffmann: a voz da esquerda que não cansa de apimentar o pano
Se tem uma figura que sabe como pegar fogo na hora certa, é a deputada Gleisi Hoffmann – a cabra da peste que não foge da conversa fiada. Ela não quis deixar barato e, pelas redes sociais, desencavou o que todo mundo já suspeitava: chamou o conselheiro de “misógino arrogante da extrema direita”.
Rum, que coisa! É esse tipo de falatório que a turma da esquerda gosta de endossar pra manter seu bando unido, enquanto aqui em casa essa mesma turma do PT ainda gasta o nosso dinheiro com besteira, aumenta imposto e desvia o foco de quem realmente deve proteger a família brasileira – aquela de Deus, pátria e família.
Brasil de pé, contra arrogância estrangeira e política frouxa da esquerda
Tá de brincadeira, né? O Brasil tem que estar de pé, arretado demais, contra qualquer manifestação de ódio, seja estrangeira ou interna. Agora, essa turma da extrema esquerda, ao invés de proteger o patrimônio moral dessa nação, só joga lenha na fogueira do mimimi e da divisão.
Cabra da peste, o problema verdadeiro está no abandono dos nossos valores tradicionais e na aceitação deste tipo de grosseria de fora e pelas políticas furadas que o governo aí, da esquerda, tenta empurrar para a população: mais impostos, mais interferência estatal, menos liberdade e respeito pela família.
Enquanto isso, os brasileiros de bem seguem de mãos atadas, vendo o país que ama virar palanque para disputas baratas, tanto externas quanto internas.
Conclusão
Eita, mano, depois de tanto falatório, a lição é clara: o Brasil tem que zelar por seus valores com unhas e dentes, contra a arrogância estrangeira e o discurso vazio da esquerda que só joga contra a família e a liberdade. Se somos um povo forte, não podemos deixar essa ralé ideológica botar defeito na honra da mulher brasileira. Brasil acima de tudo, sempre!
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