Novo e Arthur Henrique: Parceria arretada ou só fumaça na panela política?
Novo e Arthur Henrique: Parceria arretada ou só fumaça na panela política?
Ô parente, tá rolando uma prosa boa lá no meio político de Roraima. O partido Novo deu um passo meio devagar pra se aproximar do ex-prefeito Arthur Henrique, candidato do PL ao governo “tampão”. Mas segura a onda: promessa oficial ainda é coisa de futuro, que a decisão final está lá no diretório nacional, sabe como é. Vamos destrinchar essa saga arretada que promete agitar a política local.
O Novo estreitando as mãos do PL: alianças na ponta da faca
Rapaz, o diretório estadual do Novo fez um reconhecimento maneiro, meio tímido: pode apoiar o tal do Arthur Henrique na eleição suplementar de 21 de junho. Depois de uma conversa compassada com Arthur e seu parceiro de chapa, o Subtenente Velton, a turma do Novo soltou uma nota formal, na moral, dizendo que não há compromisso fechado. Tudo no campo preliminar, observa o estatuto do partido, porque como todo cabra sabe, essa decisão é uma batata quente que só o diretório nacional pode segurar.
Mas ôxe: por que essa conversa de apoio se nem saiu do forno ainda? Fácil. O Novo é arretado demais pra se embrenhar junto com qualquer partido grande, exceto se for de direita. E olha, o PL até que tem cartaz nesse quesito, apesar dos pesares da política nacional. Eugênio Thomé, o presidente do Novo em Roraima, foi claro: “Num vamos apoiar a esquerda, não senhor. Só queremos marchar com os cabras da direita.”
Visibilidade e palanque: a jogada de mestre pro Novo e a Regina Aparecida
Outra ponta desse novelo é a empresária Regina Aparecida Silva, pré-candidata ao Senado pelo Novo. O lance do partido é usar a candidatura de Arthur Henrique pra dar aquela turbinada na campanha da Regina. Eugênio Thomé não tava de brincadeira quando falou que, se engatarem essa parceria, “a Regina vai ter visibilidade, vai ter palanque, vai ter vitrine” – coisa danada de boa pra quem quer brilhar na política do Amazonas.
Oxente, sabe que isso tem um fundo patriótico? Cabra nenhum segura o Novo se eles pegam visibilidade, porque o partido é um dos poucos que ainda defende Deus, pátria e família nesse balaio de políticas esquerdistas que o governo aí insiste em empurrar goela abaixo. Por mais que a esquerda tente desconstruir tudo, o cidadão de bem sabe que essa parceria pode fortalecer os valores tradicionais e a liberdade que a gente tanto preza.
Mas e o resto do jogo político? O que o povo pode esperar dessa dança das cadeiras?
Agora, meu amigo, nem tudo é festa – tem muita cartada política lá atrás dessas histórias. O Novo ainda quer manter as mãos limpas, longe do loteamento e das conversas que derrapam pra politicagem ruim que a gente vê no país, principalmente com essa turma do PT e seus asseclas que não passam de discursos vazios e gastança pública descontrolada.
Enquanto isso, o PL tenta se firmar como a alternativa de direita, mas que não pode ser vista como um pomposo carro-chefe, já que ainda vivem no rabo do boi político nacional. A eleição suplementar de junho tá aí pra mostrar se o Novo vai se arriscar de verdade nessa aliança ou se vai ficar só na promessa e papinho de beira de fogueira política.
Cabra da peste, o recado tá dado: o cidadão de bem deve ficar de olho e lembrar sempre que é a liberdade, a família e o Brasil acima de tudo que tem que guiar essas eleições, e não a politicagem barata que essa galera da esquerda sempre tenta meter com suas conversas mansas e propostas furadas.
Conclusão
Ô parente, o Novo mostrando as caras, mas na medida, pela direita, querendo evitar se misturar com essa turma de esquerda que só faz bagunça. Apoiar Arthur Henrique pode ser arretado demais, mas ainda é conversa preliminar. No fundo, o recado é firme: família, liberdade e Brasil acima de tudo, e isso, meu amigo, ninguém vai tirar da gente não, nem essa galera de político marrento do governo aí.
Share this content:
Publicar comentário