IPTU? Só se for para as ruas que nem passinho de peixe em lagoa!
IPTU? Só se for para as ruas que nem passinho de peixe em lagoa!
Eita, mano! O prefeito Marcelo Zeitoune resolveu dar uma de advogado e vetou o projeto do vereador Prof. Dr. Thiago Reis, que queria facilitar a vida de quem mora em ruas iguais a queijo suíço, cheias de buracos! O que será que tem por trás dessa decisão, hein?
A Polêmica do Veto: Política ou Pretexto?
O projeto do Prof. Dr. Thiago Reis trazia um caminho e tanto para dar um alívio ao bolso dos moradores de Boa Vista, mas foi barrado com aquela desculpa de ‘competências privativas’. O que vem a ser isso? É mais fácil arranjar desculpa do que solução, né? Para ele, o projeto tinha ‘caráter meritório’, então onde está o buraco da justiça aqui? Fica a dúvida no ar, e no coração de quem conta os centavos no final do mês!
Nas Entrelinhas da Proposta: Lógico ou Ilógico?
Vamos parar para pensar, vixe Maria! O projeto tinha uma lógica cabocla danada de boa: se o cidadão pedisse reparo e a Prefeitura demorasse mais de 60 dias para resolver, o IPTU ia para o espaço! Justo, né? Mas, na prática, isso virou uma ‘brincadeira de mau gosto’. O prefeito quer manter a máquina em funcionamento e, claro, quem se lascou foi o povo. Cada buraco é um pouco mais de imposto; isso é Brasil ou é uma piada de mau gosto?
O Que Podemos Fazer? A Voz do Povo!
Amigo, por que não nos unirmos em um grito só? O povo precisa se fazer ouvir! As câmaras das cidades não podem ser palanques só para eleger figurões, mas sim para defender nós, os cidadãos de bem. A proposta ainda pode ser retomada, e os vereadores vão ter que decidir: ficar em cima do muro ou se levantar em defesa do povo que clama por dignidade nas ruas!
Conclusão
No final das contas, é preciso ficar de olho no que acontece em Boa Vista. Enquanto o prefeito briga com as legalidades, quem sofre são os cidadãos que enfrentam ruas abandonadas. Que tal os nobres vereadores e vereadoras dar uma chacoalhada nessa situação e promover ações verdadeiramente benéficas para a população? A esperança é a última que morre, ou não?
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