Alcolumbre usa o freio no Senado: PEC do fim da 6×1 pode se lascar!
Alcolumbre usa o freio no Senado: PEC do fim da 6×1 pode se lascar!
Eita, mano! O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, parece mais um maestro regendo a sinfonia da procrastinação. A PEC que promete acabar com a escala 6×1 ainda tá na gaveta, mofando enquanto a turma discute mais do mesmo. No meio disso tudo, quem se lasca, como sempre, é o cidadão de bem!
A dança das cadeiras e a PEC na gaveta
Rapaz, a tal PEC que visa acabar com o sistema 6×1 e dar aos trabalhadores um pouco mais de qualidade de vida está mais parada que água de poço seco. Alcolumbre não despacha a proposta para a Comissão de Constituição e Justiça e, pelo visto, a reunião com Otto Alencar foi desmarcada, como se fosse uma festinha de aniversário chata. A galera da esquerda observa em um silêncio ensurdecedor essa dança das cadeiras enquanto os trabalhadores aqui embaixo ficam no modo espera!
E enquanto isso… um jogo de empurra
Vixe Maria! A turma dos empresários já tá com o pé atrás, com medo do ‘cabo de guerra’ entre direitos trabalhistas e a saúde da economia. Luciana Santana, da Ufal, lembra que estamos em ano eleitoral e que ninguém quer assumir uma responsa desse tamanho. Afinal, capaz não, enquanto a galera tá na briga por cargos, quem tá com a mão na massa se lascando somos nós, os cidadãos que só querem ver o Brasil acima de tudo!
O dilema da PEC alternativa e os sons da resistência
Ô parente, eu te pergunto: quanto vale a promessa de uma baita mudança se o senado manda para a mesa um projeto alternativo, mantendo a situação de pé? Hermes Klann, até da oposição, criticou: ‘Essa conta vai cair nas costas de quem?’. E o senador Romário, mais pra frente, se mostra a favor dos direitos dos trabalhadores. No fim das contas, parece que essa PEC tá mais enrolada que um novelo de linha na mão de uma criança. E a turma lá de Brasília rindo da nossa cara!
Conclusão
No fim das contas, todos estão atrás do próprio rabo enquanto a PEC do fim da 6×1, que poderia dar um fôlego ao trabalhador, fica arrastando como uma tartaruga. E a gente só quer um país onde o trabalhador seja valorizado e respeitado. Mas, como diria o velho ditado, a esperança é a última que morre. Vamo que vamo, Brasil acima de tudo!
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